CULTURA

SÍMBOLOS DA CULTURA

  A verdadeira função do artista é estar antenado e conectado com seu tempo e sua cultura.Trazer para a atualidade o passado recuperável e necessário, e apontar as direções  que essas sociedades subterraneamente pedem. Deixar fazer-se a "contemporaneidade do não coetâneo", em um tempo que não é linear, e que pode ser sentido nas formas que simbolicamente assume essa arte, e no resgate dos símbolos da cultura. Conhecer-se e reconhecer-se como participante dessa cultura coloca o artista em um fluxo  com as pessoas e realidade em que vive, possibilitando o resgate dos símbolos positivos fazendo-a crescer e se desenvolver, enquanto ele cresce.

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Fale com Eles

(Um olhar sobre a cultura)

  • novembro/2007  - Ojos Azules, um trotecito (Pas de Deux ibero-americano) para entender e curar seqüelas colonizadoras

  • dezembro/2007 -Água de Beber, Camará! A Luta pela Sobrevivência dos Povos necessita de Coração.

  • outubro/2006 - E a Secretaria dos Povos Originários? Cadê?
  • outubro /2006 - A América e seu Mito ou Hierofania para um Novo Mundo

  • dezembro/2005 - Horizontalidade no horizonte: Gracias a Pachamama, madre tierra...

  • junho/2005 - Perplexidade...Ou a luz no fim do túnel

  • maio/2005 - O "Brasil bonito" que a mídia não mostra e ainda deturpa

  • maio/2005 - Do conhecimento e da ação: algo para aprender com o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra.

  • abril /2005 - Anti-cristo ou anti-cristo: o feminino e a natureza serão"novos tempos" para o novo Papado

  • abril/2004 - Algo novo no Brasil está nascendo, você não percebeu?

  • março/2004 - O Bloco dos  Escravos ou Crônica de uma Escravidão Anunciada

  • dezembro/2003 - Brasil: O encontro do seu mito com sua história

  •  julho/2003 - O Império do Medo nas Terras de Lampião ou Matrix é aqui

  • junho/2003 -Nossas Tradições, Nossa Autenticidade

  • junho/2003 - O Encontro entre Raimundo Faoro e Paulo Freire em favor do Brasil

  • maio/2003 - O Brasil e a difícil constituição do espaço de convivência das diferenças

  • maio/2003 - Nós os Trabalhadores do Brasil, uma população flutuante

  • abril /2003 -Os Dois Brasis e a Revolução das Flores ...

  • abril/2003 - O Brasil de encontro com sua própria cara

fev.2000 - Artista...profissão de risco?

 

Veja também:

SERTÃO...SERTÕES

DOS TEMPOS DAS ERVAS E MEIZINHAS


A Arte e o Sagrado-de Verônica Miranda

Viçosa do Ceará -Uma Página não Oficial

 

A Cerâmica

A arte de trabalhar com argila, e com o barro, nos acompanha desde os primórdios da humanidade, e em nossa América desde os alfareros tradicionais, nas culturas indígenas pré-hispânicas até os ceramistas atuais. Aqueles que trabalham com o coração e que vêm desenvolvendo essa arte através dos tempos.

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Vale a pena consultar também....

Cerâmica no Rio

A Poesia

"Rilke, numa carta a Clara Rilke, escreve: "As obras de arte nascem sempre de quem afrontou o perigo, de quem foi até o extremo de uma experiência, até o ponto que nenhum ser humano pode ultrapassar. Quanto mais longe a levamos, mais própria, mais pessoal, mais única se torna uma vida." Mas é necessário ir procurar o "perigo" fora do perigo de escrever, do perigo de exprimir? O poeta não põe a língua em perigo? Não profere a palavra perigosa? À força de ser o eco de dramas íntimos, a poesia não terá recebido a tonalidade pura do dramático? Viver, viver verdadeiramente uma imagem poética, é conhecer, em cada uma de suas pequenas fibras um devir do ser que é uma consciência da inquietação do ser. O ser é aqui de tal maneira sensível que uma palavra o inquieta."

(De Bachelard, Gaston- A poética do Espaço-Tradução de Lídia do Valle Santos Leal-Coleção:Os Pensadores - São Paulo:Nova cultural, 1988. pag. 253-254)

 

Poesia em Destaque

CANTE LÁ QUE EU CANTO CÁ-PATATIVA DO ASSARÉ

Patativa do Assaré grande poeta sertanejo cearense que cantou as belezas e desditas do sertão. Como ele mesmo diz: "Meu verso é como a simente/ Que nasce inriba do chão;/Não tenho estudo e nem arte,/ A minha rima faz parte/ Das obra da criação." E foi assim, integrado à natureza, com versos telúricos e grande amor por seu sertão, com orgulho de ser camponês e com um olhar agudo e crítico sobre a realidade em que vivia, que sua poesia e rimas jorraram e foram reconhecidas por esse Brasil afora. Agora ele se foi. Mesmo assim ecoam seus versos previsíveis:"E mesmo depois de morto/ Mesmo depois de morrê /Ainda gozo conforto /Ainda gozo prazê/ Pois, se é verdade que as arma/ Mesmo as que vivero carma /E arcançaro a sarvação/ Fica vagando no espaço/ Os meus caracó eu faço /Pro riba do meu sertão." Patativa do Assaré, o passarinho do sertão se eternizou nas asas de sua poesia.

Verônica M. Mapurunga de Miranda - 09/07/2002

 

 A poesia, o movimento interior...fascinação. Veja link abaixo:

A Poesia e o Mar

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