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Há um tempo para passar... |
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Há um tempo para viver... |
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Há um tempo para criar... |
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Quando iniciei esta página Artesanias em 1999 pensava em criação. Uma criação sem barreiras, sem tópicos, sem formalidades, sem prestação de contas, integrada ao cotidiano e à vida. Chegavam a mim os trabalhos dos alfareros, artistas do barro, que na era pre-colombiana, em nossa América, criavam lindas peças exprimindo uma linguagem do coração e onde estavam presentes os símbolos de sua cultura, seu cotidiano e seus deuses. Era a arte, era o utilitário, era o sagrado e a expressão do todo, sem fragmentações, eram as artesanias. Muito tempo depois a palavra artesanias e seu correlato em português-artesanato- foi adquirindo uma conotação do repetitivo, do serial, do utilitário, que não é necessariamente uma criação, nem uma linguagem do coração. Separaram as artesanias de arte. Aqui busco um espaço de recuperação, de resgate, desse conceito de arte, a criação, sendo ou não utilitária, mas que expresse os símbolos de nossa cultura, e que os leve para o cotidiano, para as pessoas, em suas várias formas de expressão, para a busca desse todo e dessa inteireza. Aqui há espaço para toda arte desde que seja criação e que albergue o antigo conceito dos alfareros, pre-colombianos, desde que seja do coração...Desde que sejam ARTESANIAS Verônica M. Mapurunga de Miranda - abril/2001 |
| Veja também a apresentação de Artesanias (Index) |
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Veja meu trabalho também em a Arte e o Sagrado agora integrada à esta página - Artesanias |
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