A POESIA QUE MENTE

 

 

(Para poetas que mentem. Relembrando minhas poesias caatingueiras, de meu persongem Zé das Trovas)

 A poesia quando mente

Não vem do coração

@ poeta que adula

Só comete distorção

Busca migalhas indignas

E fica na distração

Daquilo que é falsidade

Pura manipulação

 

A poesia que engana

São apenas palavras

Palavras de ocasião.

 

A poesia que mente

Para enganar as pessoas

É uma casca que se vai

No olho do furacão

 

Nas asas da eternidade

Verdadeira e do coração.

Cada mentira contada

Volta como um tição

Que queima para a verdade

Brotar do coração.

Que @s poetas que ainda não encontraram sua verdade, descubram a poesia verdadeira e fiquem em paz!

Veronica Maria Mapurunga de Miranda-05.07.2024.

 

----------------------

Esta poesia que fiz em 2024 relembra e resgata meu personagem caatingueiro Zé das Trovas (Vide  A VOZ DE VALDENIRA) e foi publicada também em Mural desta minha página Artesanias de Verônica Miranda e no facebook Veronica Mapurunga Miranda.

Plano de Fundo: Escultura em garrafa-Violeiro-porcelana fria(Biscuit). Verônica Maria Mapurunga de Miranda/agosto/1999

   

Voltar

   
   

Artesanias-de Verônica Miranda-www.veronicammiranda.com.br

   
   

A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESTE SITIO NÃO ESTÁ PERMITIDA

   
   

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS